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Golpe do Pix

Consumidor · Civil · Criminal

Fraudes que usam o Pix para enganar a vítima e desviar dinheiro, com possíveis responsabilidades do golpista e do banco.

Explicação

Golpe do Pix é o nome popular de diversas fraudes que se aproveitam da rapidez das transferências instantâneas — falso funcionário de banco, falso parente pedindo dinheiro, compra em site falso, clonagem de WhatsApp, troca de QR Code. Do ponto de vista penal, geralmente configuram estelionato.

Ao perceber o golpe, a vítima deve agir rápido: comunicar o banco, registrar boletim de ocorrência e acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central, que pode bloquear e tentar devolver os valores quando ainda estão na conta do fraudador ou em casos de falha de segurança.

A responsabilidade do banco depende do caso. A jurisprudência costuma reconhecer que as instituições financeiras respondem quando há falha no serviço ou na segurança que facilita a fraude; por outro lado, quando a própria vítima é induzida a transferir voluntariamente, a discussão é mais complexa e analisada caso a caso.

Guardar prints, comprovantes e protocolos é essencial para tentar reaver o dinheiro e para uma eventual ação. Diante de um golpe, procure a polícia, o banco e sempre um advogado.

Exemplos práticos

  • Vítima que transfere dinheiro a um falso funcionário do banco e aciona o MED
  • Consumidor que paga por produto em site falso e não recebe nada
  • Pessoa que cai em golpe de WhatsApp clonado pedindo Pix urgente

Também conhecido como

fraude no Pix, estelionato por Pix, golpe bancário

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