Inventário em Nova Brasilândia D'Oeste, RO
Nova Brasilândia D'Oeste · ROFamília
Procedimento para apurar bens, dívidas e herdeiros de uma pessoa falecida e dividir o patrimônio.
Explicação
Inventário é o caminho oficial para transferir os bens de quem morreu aos herdeiros. Sem inventário concluído, os bens ficam no nome do falecido e não podem ser vendidos, alugados sob garantia formal nem usados para garantir dívidas dos sucessores.
Pode ser judicial ou extrajudicial. O extrajudicial é feito em cartório, mais rápido, e exige que todos os herdeiros sejam maiores, capazes, concordem com a partilha e que não haja testamento — quando há testamento, em regra, é necessária a via judicial.
Há prazo legal para abertura — geralmente 60 dias do óbito — sob risco de multa fiscal sobre o ITCMD (imposto sobre herança). O atraso aumenta custos, mas não impede a abertura.
Para quem vive em Nova Brasilândia D'Oeste/RO, resolver isso não exige ir à capital: a comarca da região e os canais eletrônicos do Tribunal de Justiça de Rondônia concentram a maior parte dos atos. Em Nova Brasilândia D'Oeste e região, há caminhos gratuitos: Defensoria Pública de Rondônia, CEJUSC (conciliação), Procon para relações de consumo e a OAB RO para tirar dúvidas e encontrar profissionais.
Sendo Nova Brasilândia D'Oeste um município do interior de Rondônia, alguns procedimentos podem tramitar em comarca regional ou na capital Porto Velho, dependendo da matéria. Na região Norte, distâncias maiores entre comarcas e o uso do processo eletrônico tornam ainda mais importante organizar os documentos antes de procurar a Justiça. Se houver urgência, não espere: um advogado de Nova Brasilândia D'Oeste consegue avaliar rapidamente se existe risco de prazo e o que fazer primeiro.
Além de Nova Brasilândia D'Oeste, a mesma microrregião do IBGE reúne municípios como Alvorada D'Oeste, São Miguel do Guaporé e Seringueiras — na prática, advogados da região costumam atender essas cidades em conjunto, e comparar profissionais próximos amplia as opções.
Exemplos práticos
- Família que precisa vender imóvel deixado pelo pai falecido
- Cônjuge sobrevivente que quer regularizar a titularidade do apartamento
- Filhos que precisam dividir saldo bancário e ações deixadas pela mãe