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Alienação fiduciária em Não-Me-Toque, RS

Não-Me-Toque · RSCivil

Garantia em que o bem financiado fica com o comprador para uso, mas em propriedade do credor até a dívida ser quitada.

Explicação

Na alienação fiduciária, quem financia um bem (um carro ou um imóvel, por exemplo) passa a usá-lo desde já, mas a propriedade fica com o credor como garantia até o pagamento da última parcela. Só com a quitação a propriedade se consolida em nome do comprador.

É a forma de garantia mais comum em financiamentos de veículos e imóveis, porque dá segurança ao credor e costuma reduzir os juros. Em troca, o descumprimento tem consequências rápidas: no caso de veículos, a busca e apreensão; no de imóveis, um procedimento de retomada e leilão previsto em lei, em boa parte fora da Justiça.

Enquanto paga, o devedor tem o dever de conservar o bem e não pode vendê-lo livremente sem quitar ou transferir a dívida. Quitado o financiamento, é importante providenciar a baixa da garantia — por exemplo, a baixa do gravame no documento do veículo.

Contratos de financiamento costumam ter cláusulas de juros, seguros e tarifas nem sempre bem explicadas. Antes de assinar, ou diante de cobrança que pareça indevida, procure sempre um advogado.

Quem mora em Não-Me-Toque (RS) trata desse tema perante a Justiça estadual do Rio Grande do Sul ou, conforme a matéria, na Justiça Federal e nos juizados especiais da região. Para orientação gratuita, Não-Me-Toque conta com os canais públicos do estado: a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul (para quem não pode pagar advogado), a subseção da OAB RS e, em questões de consumo, o Procon.

Sendo Não-Me-Toque um município do interior do Rio Grande do Sul, alguns procedimentos podem tramitar em comarca regional ou na capital Porto Alegre, dependendo da matéria. No Sul, a estrutura de CEJUSCs e juizados é bem distribuída, e a conciliação prévia costuma ser um caminho rápido antes do processo. Para não perder prazo nem direito, procure um advogado atuante em Não-Me-Toque e região; a orientação inicial costuma esclarecer bastante.

Exemplos práticos

  • Comprador que financia o carro e só vira dono pleno após a última parcela
  • Mutuário que financia o apartamento com garantia de alienação fiduciária
  • Devedor que quita o financiamento e pede a baixa do gravame do veículo

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